sábado, 9 de agosto de 2025

Não sei...

Sou um clandestino do futuro.
Viajo no tempo só com bilhete de ida.
Atravesso e deslizo segundos e minutos.
Mesmo nas sombras escondidas, a luz apagada jamais poderá brilhar.
Juntas são realistas, para nossos olhos habituados.
E assim vai passando o futuro que agora é presente e será passado.
Alivia a dor do momento, suaviza a vida, vive cada tempo a seu tempo.
Só não sei que comboio poderei apanhar...

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